do El País (reprodução parcial), no dia seguinte ao empate entre Real Madrid e Barcelona, no Santiago Bernabéu, pela Copa do Rei
“Não pretendi deixar o campo, mas me incomoda que aconteçam estas coisas”, disse em referência aos grunhidos de macaco dedicados a ele por parte da torcida de Chamartín [do Real Madrid].
E acrescentou, tratando de extrapolar para além do Bernabéu: “Não acontece apenas neste lugar, não é algo pontual. É um problema do futebol espanhol. A educação nos estádios não existe e é preciso fazer algo”. Deu como exemplo a Inglaterra. “Devemos aprender. Isso não deve acontecer. É uma pena. Até que se tomem medidas, é uma guerra perdida”. Não fala de mil ou dois mil euros de multa a um clube, mas de fechar estádios. “Isso não é novo, acontece desde o primeiro dia que cheguei à Espanha. É preciso fazer alguma coisa”, denunciou.
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Comentários
Ricardo Gonçalves
A culpa agora é do Daniel???? Cada um, viu…
Julio Silveira
E são aos grupos Multinacionais dessa gente, e indiretamente a eles, que docilmente ajudamos com nossos emprestimos do BNDES. Ajuda que via de regra é negada aos nossos como foi o caso do “pobre” idealista Gurgel. Permitindo a continuidade cultura e manutenção dessas arrogâncias.
FrancoAtirador
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Com o devido perdão aos símios,
mas se os racistas é que grunhem,
então eles é que são os macacos.
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J Souza
“Primeiro mundo”…
“Mundo desenvolvido”…
denis dias ferreira
Jogador brasileiro de futebol dificilmente se manifesta contra as atitudes racistas de torcedores europeus. É incapaz de pronunciar algumas palavras que denunciem o racismo dessas torcidas. Engolem a seco, em troca de valiosos euros, a ofensa recorrente. Ele espera que os dirigentes façam alguma coisa para intimidar os agressores. Ele, o próprio ofendido e agredido, é incapaz de uma reação. Eu me pergunto, por que esses jogadores, quando ocorre a agressão, não saem de campo e abandonam a partida?
Demetrius
Vejo todos os dias um brasileiro que voltou da Espanha com o rabo entre as pernas vangloriar os espanhóis.
O cara ia virar mendigo lá e correu de volta pro Brasil, país que pra ele não era bom o suficiente, até agora.
Hora, se o jogador de futebol aí pensou da mesma forma, ele que aguente, pois como ele mesmo disse, sempre foi assim! O que fica claro é que o dinheiro fala mais alto pra ele que qualquer termo racista que venha da arquibancada.
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